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O depoimento de hoje veio da nossa amiga Eliana Luciano. Ela nos conta como resgatou seus cachorrinhos após eles terem sido abandonados na rua já idosos. 😢 A história esta repleta de amor e carinho, mas também de uma perda. Pegue um lecinho e vem conferir esse desfecho! 

“Em 2013, três cães vieram morar na minha rua. Logo estaríamos cuidando deles. Eles corriam atrás de motos, carros e muita gente se incomodou com a presença deles.

Turminha da Eliana reunida.

Ligaram para a Zoonoses denunciando a mim e meu marido, dizendo que fomos nós que os  abandonamos. Conversamos com o veterinário dizendo que ele não podia levá-los por não estarem doentes e nem serem agressivos. Alguns dias depois, o pequeno e amarelo, Zé, apareceu com um corte enorme na cabeça. Dizem que foi feito com uma faca por um motoqueiro. Levamos no veterinário que pediu que cuidássemos dele longe da rua para que os curativos fizessem efeito. 

Logo após adotá-lo, um carro passou por cima do Tobi, seu irmão de rua, que não sobreviveria aos machucados e foi sacrificado pelo veterinário. Sobrou na rua o João Grandão, que uivava de saudades de seus irmãos. A nossa veterinária analisou-os e disse que eles são cães já velhinhos. 

Adotamos o João e desde então eles não se desgrudam, brincam o tempo todo. Além de dormirem juntos, o Zé sempre deixa um pouco de ração no pote pro João e junto com nossas duas fêmeas senhoras, formam nossa matilha de idosos. 

Eu e meu marido falamos que aqui é um asilo, hehehe. Aqui eles estão protegidos de toda a maldade humana e são nossa terapia. Rua, nunca mais!”

Faça como o a Eliana, escreva sua história pra gente! As 7 mais compartilhadas levam pra casa um super kit de petiscos Sanremo que você confere no final desse post aqui.

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2 comentários

  1. Que bom que ela conseguiu adota-los eu tenho uma velhinha tbm de 14 anos mas ela é bem ativa. Uma vez alguns vizinhos se mudaram e abandonaram seus 5 cachorros na rua e foram embora, 1 dos cachorros ficou deitado no portão de casa demos comida mas decidimos colocar ele para dentro ele estava bem machucado no começo ele rosnava para quem chegava perto dele mas com o tempo ele só deixava eu e minha mãe chegar perto dele então nós cuidamos como deu dos seus machucados e dávamos comida água lugar quentinho para dormir tudo até que um dia ele deixou eu fazer carinho nele todos acreditávamos que ele estava bem mas as fezes dele começaram a ficar mole e ele fugiu da minha casa mas voltou no mesmo dia e ainda um homem jogou o carro nele de propósito mas não o acertou. Depois desse dia ele começou a ficar mal de novo e minha mãe com medo dele passar alguma coisa para os outros animais levou ele para o veterinário e lá o veterinário descobriu que as feridas dele estavam com bernes e ele tinha a doença do rato infelizmente ele não aguentou e morreu não tinha oque fazer por ele já estava muito avançado nós fizemos oque estava em nosso alcance ele passou apenas 2 semanas mas já foi amado como se estivesse com agente a vida toda. Depois disso tenho vontade de resgatar animais e fazer com eles oque não pude fazer pelo zezinho.

    1. Olá, Ana!

      É muito triste saber que existe tanta gente sem coração por aí, mas para nossa alegria existe muito mais pessoas como você e sua mãe. Vocês fizeram a diferença e mesmo que por pouco tempo, puderam mostrar o que é amor para ele. Tenho certeza que foi muito importante para ele ter vocês no momento mais difícil da vida dele.

      Siga seu sonho, Ana! Resgate de um em um, cuide, consiga um lar para ele, doe e depois resgate outro. Você não precisa resgatar e cuidar de 100 animais ao mesmo tempo.
      Pode também se juntar a uma ONG e prestar serviço voluntário, divulgar os animais que estão em busca de um lar em nosso site (www.amigonaosecompra.com.br). Pode comprar ração e alimentar um animal de rua. Construir casas para animais que não tem onde ficar. Tem muita coisa que você pode fazer pela memória do Zezinho. E lembre-se: não existem pequenas ações. Todo movimento é importante. Siga fazendo de acordo com suas posses. Siga seu coração.

      Forte abraço!

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Autor

fabianaxaviersantos@gmail.com

Gestora de Recursos Humanos por formação, Customer Success em voluntariado empresarial, também é produtora de conteúdo e acredita que "amigo não se compra". É  apaixonada pelo mundo dos felinos, é pilateira, muito curiosa e adora conversar. Sofre da Síndrome da Felícia e não pretende se tratar. 

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